Ipatinguense sofre tentativa de homicídio nos EUA

Aderson Ferreira levou quatro tiros e está internado, A polícia americana investiga o caso, mas não dá informações.

Aderson está hospitalizado e crime está sendo investigado. (Foto: Divulgação AcheiUSA)

No dia 31 de março, o ipatinguense Aderson Ferreira, também conhecido pelos amigos como “Polidor”, estava chegando em casa ao final de um dia de trabalho, quando um carro cinza com dois suspeitos parou ao lado de Aderson e disparou sete tiros, dos quais, quatro atingiram o brasileiro. Ele foi levado para um hospital, onde segundo informações, está se recuperando bem.

De acordo com o relato, o ipatinguense foi atingido na bacia por um dos tiros. Aderson mora nos Estados Unidos há dez anos e trabalha na construção civil.

A família dele suspeita que o atual marido da ex-mulher de Aderson, seria o autor dos disparos. Conforme relato, o brasileiro manteve um relacionamento com uma americana, com quem teve uma menina, hoje com cinco anos de idade. Após a separação, a mãe da criança que, segundo a família do brasileiro, seria usuária de drogas, teria se envolvido com outra pessoa. Ainda de acordo com a família, por causa de uma suspeita de envolvimento em um assalto e antecedentes criminais da americana, a Justiça determinou que o pai brasileiro tivesse a guarda integral da criança. A mãe de Aderson está com dificuldades em embarcar para o país.

O caso está cercado de muito mistério, a polícia americana não passa detalhes da ocorrência e, mesmo a família que mora no Brasil está sofrendo com a falta de informações. O irmão da vítima, Abmael Ferreira, que também já viveu em Pompano Beach por mais de dez anos e hoje vive em Ipatinga-MG, entrou em contato com a redação do jornal AcheiUSA. Ele reclamou ao jornal que não tem acesso ao hospital para saber sobre o irmão e, muito menos, às informações sobre o que aconteceu no dia do crime. Ele conta, que nos primeiros dias, nem qual hospital o irmão estava eles sabiam e nem sobre seu estado de saúde.

“Tudo que sabemos vem por meio de terceiros. Meu irmão sofreu um atentado em Deerfield, foram sete disparos e quatro o acertaram. Ele está hospitalizado em estado grave, mas a impressão que temos é que estão tentando abafar o caso. Fico me perguntando onde está a liberdade de expressão, já que a polícia não divulgou nada sobre o caso para a imprensa”, disse o irmão ao jornal.

Abmael reclama, também, do Consulado-Geral de Miami que não ofereceu ajuda (veja resposta do Consulado ao final). A família Ferreira é de origem humilde e eles estão pedindo ajuda dos amigos para conseguir dinheiro para que a mãe de Aderson venha para a Flórida ficar perto do filho. “Estamos vivendo uma agonia muito grande pela falta de notícias. Quem puder nos ajudar, qualquer quantia será muito bem-vinda”, disse. O contato da família para ajuda é pelo email bepatinga@hotmail.com ou pelo telefone (31) 3827-4355.

Recompensa oferecida

A ONG Crime Stoppers está oferecendo uma recompensa de $3 mil dólares para quem tiver informações que levem à prisão dos criminosos. O contato da ONG Crime Stoppers é pelo telefone (954)-493-8477 ou pelo site www.browardcrimestoppers.org .

Resposta do Consulado-Geral

O AcheiUSA entrou em contato com o Consulado-Geral do Brasil em Miami para saber mais informações sobre o caso e obteve a seguinte resposta:

“Em razão da natureza do caso, não é possível dar maiores informações, inclusive para preservar a segurança do nacional hospitalizado. Em todo o caso, o Consulado-Geral, sob orientação do Ministério das Relações Exteriores está, desde o início, em contato com a família e as autoridades policiais locais, a fim de prestar a assistência consular cabível. Atenciosamente,Consulado-Geral do Brasil em Miami”.

Com informações: Jornal AcheiUSA

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Redação
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