A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a microcefalia e os distúrbios neurológicos associados ao zika vírus representam “uma emergência internacional de saúde pública”. O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa em Genebra, na Suíça, na segunda-feira. O alerta surge principalmente em função da provável ligação entre o vírus e a microcefalia, que tem aumentado no Brasil. Há 270 casos confirmados em bebês brasileiros e 3.449 suspeitos desde 2015.

— É necessária uma resposta internacional para minimizar essa ameaça nos países infectados e reduzir o risco de disseminação internacional — disse a  diretora-geral da OMS, Margaret Chan, informando que a concentração de quadros de malformação congênita em bebês e síndromes neurológicas em regiões afetadas pelo Zika constituem “um evento extraordinário e uma ameaça à saúde pública de outras partes do mundo”.

Durante coletiva de imprensa, ela avaliou que a ausência de uma vacina contra o Zika e de testes de diagnóstico confiáveis somados à falta de imunidade na população dos países afetados pelo vírus constituem fatores de preocupação. A diretora-geral da OMS também recomendou que grávidas evitem viagens para locais onde há circulação do vírus Zika.

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Redação
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