Transporte Escolar Rural: Prefeitura diz que Estado não está repassando as verbas do convenio

Nas últimas semanas, estudantes que moram em distritos de Governador Valadares (MG), estão sem estudar. De acordo com informações das empresas responsáveis pelo transporte o motivo da paralisação do transporte seria pelo atraso do pagamento a qual é de responsabilidade da prefeitura.

Nossa equipe entrou em contato com a assessoria da Prefeitura Municipal de Governador Valadares que respondeu sobre o caso. Confira na integrada a nota enviada pela Prefeitura para a equipe do Valadares na TV

Nota da prefeitura

“O transporte escolar rural sob a gestão da Secretaria Municipal de Educação atende aproximadamente 2600 alunos dos distritos. Dois terços destes alunos, cerca de 1700, estão matriculados na Rede Estadual. Para atender essa demanda, foi realizado convênio entre a prefeitura municipal de Governador Valadares e a Secretaria Estadual de Educação -SEE. Contudo, a SEE efetuou até o momento repasse referente a quatro, de dez parcelas que compreendem o Programa Estadual de Transporte Escolar – PTE-MG. Essa situação tem sido recorrente em outros municípios de Minas Gerais, como Francisco Sá por exemplo, que paralisou o transporte escolar pelo mesmo motivo em junho deste ano.

Em Penha do Cassiano são 12 alunos da rede municipal e 141 da rede estadual. Sem o repasse do estado o município não consegue sozinho atender essa demanda.

Nenhuma escola está há mais de um mês com falta do transporte. Desde o dia 28 de setembro, duas, das 5 empresas de transporte paralisaram o serviço. (A semana de 10 a 14 de outubro fora de recesso escolar tanto no estado quanto no município)

A Secretária de Educação, Jeane Grace de Alencar e a prefeita Elisa Costa estão em contato direto com a Secretária Estadual de Educação, Macaé Evaristo, para regularizar os repasses e retomarmos os serviços de forma integral.

Para além dessas medidas, a Secretária de Educação fará uma reunião com todas as diretoras das escolas municipais do campo para juntas pensarem em alternativas que atendam os alunos e comunidade, como as que já estão acontecendo em algumas unidades”.

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